quinta-feira, 11 de março de 2010

História Geral: O Império Assírio e o Segundo Império Babilônico

DICA DO CURSO ESPIRAL DO TEMPO

Considera-se que o Império Assírio durou de 1200 a.C. a 612 a.C.. Sabe-se que os assírios foram notáveis pelo espírito guerreiro e pela crueldade com que tratavam os inimigos vencidos. A despeito disso, tiveram expressivo desenvolvimento artístico e chegaram a ter uma das mais espetaculares bibliotecas da Antiguidade (Biblioteca de Assurbanípal). Foram finalmente derrotados por uma coligação de medos e caldeus, ocasião em que suas maiores cidades, Nínive e Assur, foram completamente arrasadas. Isso é facilmente compreensível pelo ódio que os assírios despertavam, em virtude do já mencionado tratamento cruel para com seus oponentes.

O maior soberano do Segundo Império Babilônico foi Nabucodonosor. Entre suas realizações militares encontra-se a conquista de Jerusalém. O Segundo Império Babilônico chegou ao fim em 539 a.C. quando Ciro, rei da Pérsia, tomou a capital, Babilônia, e fez dela uma simples província do grande império por ele comandado.

Para saber mais sobre este assunto, acesse: O Estabelecimento de Monarquias Teocráticas na Antiguidade.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Instrumentos de Medida de Uso Científico

DICA DO CURSO PARA VESTIBULINHOS
São muitos os equipamentos de uso científico que permitem uma medida exata de determinados fenômenos. Dentre eles, destacam-se:

PLUVIÔMETRO: mede a quantidade de chuva em um determinado período.
HIGRÔMETRO: mede a umidade do ar.
ANEMÔMETRO: mede a velocidade do vento.
BARÔMETRO: mede a pressão atmosférica.
DINAMÔMETRO: mede a quantidade de força.
TERMÔMETRO: registra a temperatura.
SISMÓGRAFO: registra tremores de terra.

terça-feira, 9 de março de 2010

História Geral: O Código de Hamurábi

Hamurábi reinou em Babilônia por volta de 1750 a.C. e foi o autor (ou talvez o compilador) do famoso Código que leva seu nome.
O princípio fundamental que norteava o Código de Hamurábi era o de que um crime devia ser punido na medida da ofensa praticada, segundo se interpretava na época (lex talionis) . Como exemplo, se um arquiteto construísse uma casa e ela caísse, matando o proprietário, o arquiteto devia ser morto. Se, no entanto, morresse um filho do proprietário, então era o filho do arquiteto que devia ser executado.
A importância do Código de Hamurábi para o estudioso de hoje está no fato de que, através dele, é possível obter informações sobre a estrutura social, organização política, práticas religiosas e atividades econômicas da antiga Mesopotâmia.
 
 
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segunda-feira, 8 de março de 2010

História Geral: Economia e Sociedade na Mesopotâmia

DICA DO CURSO ESPIRAL DO TEMPO

A Mesopotâmia recebeu esse nome dos antigos gregos, por ser uma faixa de terra situada entre os rios Tigre e Eufrates. Portanto, a palavra "Mesopotâmia" significa "região entre rios".

A economia da Mesopotâmia era fundamentada na agricultura e no comércio. A sociedade era constituída por sacerdotes, aristocratas, comerciantes e militares, abaixo dos quais estava a grande massa desprivilegiada, composta por camponeses, artesãos e escravos.

sábado, 6 de março de 2010

História Geral: Formas de Escrita da Antiguidade


É convenção, para efeitos de estudo, que se considere como pertencente à pré-história a época em que os homens, por não terem alguma forma de escrita, deixaram para a posteridade apenas vestígios não-escritos. Assim, por oposição, fica fácil saber que, dentro da História, os homens chegaram a elaborar sistemas de escrita, deixando, portanto, documentos escritos.
Para os  historiadores, tanto documentos escritos como não-escritos são importantes fontes de informação.
Na antiguidade foram importantes como forma de escrita os hieróglifos (no Egito) e a escrita cuneiforme (Mesopotâmia), dentre outras.
 
 
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terça-feira, 2 de março de 2010

Acordo Ortográfico 3 - Acentuação dos grupos EE / OO

(Professor André Luís Cézar, professor de Redação e Diretor da Nativa Vestibulares)

Quem nunca levou uma ralo (ainda existe essa gíria?) por ter se esquecido de acentuar vôo ou vêem? Quem nunca ouviu um(a) professor(a) histericamente reforçar o primeiro O de en- jÔ – o, quase deixando a goela aparente, para reforçar a ideia (agora sem acento) de que esse O tinha um circunflexo?
Pois bem, histerias como essa são coisas do passado. Caiu o acento do primeiro O ou do primeiro E em palavras como creem, veem, voo e enjoo.
Vale lembrar (como sempre) que a pronúncia não mudou, mas também cabem aqui alguns lembretes, poi sei que muitos leitores e alunos ruminam essa dúvida: TEM e VEM continua recebendo acento para indicar plural. Exemplos: Ele tem / Eles têm - Ela vem / Elas vêm.
Sei de uma pessoa neurótica (não não sou eu) que continua acentuando o primeiro O de vôo e logo depois apaga o acento porque acha “hediondo”, “quase um crime” não acentuar essa palavra...
Amigos leitores, não vale a pena lutar contra essas regras ortográficas (ou contra as mudanças delas), por mais que pareçam descabidas. Aceitem-nas e sigam em frente, acertando sempre!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Figuras de Linguagem 1 – Hipérbole

(Professor André Luís Cézar, professor de Redação e diretor da Nativa Vestibulares)

Hipérbole é um tipo de exagero. Se alguém disser: “Estou com tanta fome que comeria quilos de salgadinhos”, estará usando uma hipérbole. Desse modo, são exemplos de uso hiperbólico:
“O professor explicou mil vezes o mesmo assunto.”
“A moça chorou rios de lágrimas pela perda do namorado.”

Para os que precisam de algo mais, pensando nos vestibulares mais concorridos, existe aquilo a que a crítica literária chama de hipérbole camoniana: trata-se do emprego desse recurso estilístico na obra de Luís Vaz de Camões, principalmente na sua poesia lírica. Vejamos este conhecido soneto do escritor português:

Aquela triste e leda madrugada,
Cheia toda de mágoa e piedade,
Enquanto houver no mundo saudade
Quero que seja sempre celebrada.

Ela só, quando amena e marchetada
Saía, dando à terra claridade,
Viu apartar-se de uma outra vontade,
Que nunca poderá ver-se apartada.

Ela só viu as lágrimas em fio,
Que de uns e de outros olhos derivadas,
Juntando-se formaram largo rio.

Ela ouviu as palavras magoadas,
Que puderam tornar o fogo frio
E dar descanso às almas condenadas.

O trecho destacado é claramente hiperbólico, pois contém o evidente exagero de que as lágrimas dos olhos dos dois apaixonados formaram um (largo) rio. Porém, em Camões, as hipérboles têm a força do exagero atenuada por uma espécie de sinceridade discreta, ou seja, a intenção não é exatamente a de exagerar, mas de gerar intensa força dramática, o que afasta a imagem construída pela hipérbole do mal gosto grosseiro e vulgar.
Concluindo, neste bonito soneto camoniano, o poeta intensifica a dramaticidade do evento tematizado valendo-se de um dos processos figurativos mais comuns: a hipérbole.